quarta-feira, 21 de abril de 2010

esse sim é um amor de verdade...

hoje eu não quero falar de nada que me incomoda, de nada que me tira do sério, nem do que eu estou deixando de acreditar. hoje eu quero apenas compartilhar uma foto linda com vocês! a minha preferida! *-* eu simplesmente fico melhor, ótima, perfeitamente bem depois que olho pra essa foto! porque ela me deixa em paz, faz todos os sentimentos ruins saírem e irem embora! *-*
eu simplesmente amo esses dois, simplesmente.
Emily Deschanel & David Boreanaz <33

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Ex-Gay? '-'


Nossa, quanta teia de aranha nessa bagaça ._.'
faz tipo, ANOS exagerada que eu não entro aqui .-. mas vá, tenho um bom motivo e pouco tempo pra isso. Esses dias no trabalho houve o seguinte diálogo:
" - então Dani, você viu aquele gayzinho que esteve aqui?; *dani engolindo seco entre parentesis* - Qual? o Fulano?¹; *ciclana ri e contra pra chefinha que ri também deixando a dani com cara de tacho :D* - Não, não, o beltrano! O fulano é EX-GAY!; - Se converteu, Graças a Deus!; "
Agora, eu te pergunto, caro diário, existe ex-gay? eu não acho que exista, sabe? acho que existe sim gays reprimidos que são obrigados a mentir e se enfiar novamente no armário, enfiar novamente numa vida cheia de mentirar, cheia de máscaras, de falsidade. dó dessas pessoas que se enfiam novamente numa vida assim. Sorte daquelas que sabem e conseguem enfrentar a maldita "batalha" do pré-conceito que se tem que enfrentar diáriamente, infelismente '-'
Enfim, isso me deixa puta da vida :B


um dia eu volto, bebê *-* qq




¹- Os nomes das pessoas aqui citadas serão transformados em fulano, ciclano & beltrano q

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Acho que acabou mesmo...

Ando tão descontente com tudo que acho que não existem mais motivos pra continuar aqui. O fake tá uma merda e minha inspiração acabou. Não vou mais falar de fake de hoje em diante. Pra mim já chega, preciso crescer!!

quinta-feira, 22 de outubro de 2009


"Consegui meu equilíbrio cortejando a insanidade, tudo está perdido, mas existem possibilidades. Tínhamos a idéia, mas você mudou os planos. Tínhamos um plano, você mudou de idéia. Já passou, já passou - quem sabe outro dia... Não estou mais interessado no que sinto, não acredito em nada além do que duvido. Você espera respostas que eu não tenho mais... Não vou brigar por causa disso e até penso duas vezes se você quiser ficar." @ Uma noite clara. Muitas estrelas e uma linda lua a brilhar num céu azul petróleo. Uma sombra vinha de lone tomando forma. Parecia uma garota. Parecia a minha garota. - O que você está fazendo aqui, Stephany? - Me assustei com sua sombra vindo em minha direção. Era alta, atlética, um corpo surpreendentemente gostoso. Causava-me arrepios só de imagina-la ali, ao meu lado, com suas mãos levemente delicadas acariciando-me a pele. Já estava sonhando novamente com o dia que possuiria aquela garota. - Ah, olá pra você também Lív.. - Sua voz era tão doce, tão suave. Parou e sentou-se a alguns sentimetros de onde eu estava. Era estranho vê-la ali, sentada ao meu lado, com uma expressão de tristeza consumindo-lhe a face. - Está tudo bem, Ste? - Me preocupei em vê-lá assim. Onde raios estava a garota sorridente de hoje de manhã? - Está tão linda, Lív.. - Sua voz estava diferente. Estava com um timbre triste, distante. Mas nem isso evitou que minha face se corasse ao ouvir aquelas tão esperadas palavras. - Obrigada Ste.. mas.. o que você está fazendo aqui? - Não era possível. Ela não viria de tão longe apenas para me elogiar. Algo terrível podia ter acontecido. Podia até mesmo estar acontecendo. Ou, como eu não tinha pensado, estava para acontecer. - Vou embora, Lív.. para longe.. - Aquilo foi um baque. Perdi o chão, perdi o sentido. Acho que nunca havia ficado tanto tempo sem conseguir respirar como naquele momento. - O quê? Não! Porque isso? - Já me encontrava em estado de desespero. Como uma garota podia causar tudo aquilo em mim se eu só a conhecia à uma semana? - É simples, eu vou embora.. Vou pra casa do meu pai... Mas.. Lívia.. - Ela não podia ir. Não podia me deixar jogada às traças. Como eu sobreviveria? - Você não pode ir Ste! Não pode me deixar aqui, minha ruiva! - Algumas lágrimas rolaram sobre minha face caindo no chão abaixo de nós. Stephany segurou minhas mãos com as suas, erguendo-as para junto de seu peito. Levou a outra mão sobre minha face e, desenhando-a com seus dedos longos e delicados, limpou a umidade de meus olhos aproximando seu rosto do meu - Eu.. só.. queria... eu te amo.. - Seus lábios carnudos e vermelhos roçaram sobre meu rosto causando uma bateria interminável de arrepios. Eu não estava mais no chão. Não sentia mais meu corpo. Era apenas eu e ela. Juntas. A ruiva tocou meus lábios com os seus e, em questão de segundos, o tempo parecia ter parado. O mundo estava de cabeça para baixo. Foram-se todos os problemas, todas as crises. A única coisa que fazia senti-do era tê-la nos meus braços.

sábado, 17 de outubro de 2009

Era uma vez...

CARA, já passou o dia 15/outubro, EU SEI. Mas acredite, eu só consegui parar para postar hoje :B então aí vai duas historinhas de coisas super importantes que são comemoradas no dia 15/outubro *-----*




Primeira historinha :DD



Brasília, 15 de Outubro de 2268.

Erradicamos a pobreza e muitas doenças. Há distribuição de renda prima pela equidade, o que permitiu o decréscimo da violência. Revertemos o efeito estufa e o aquecimento global não mais ameaça a existência dos seres vivos. Nossas indústrias são ecotecnológicas. A expectativa de vida e a taxa de mortalidade quase inexistente.
Condições de trabalho satisfatórias e a medicina preventiva têm feito as pessoas adiarem a aposentadoria, desafogando o sistema o sistema de previdência. Um judiciário eficiente acabou com a corrupção.
Contudo, a Educação de nossas crianças e jovens preocupa. Desde a implantação do sistema educacional robótico, mediado por computadores, percebemos que os estudantes estão perdendo a capacidade de compreensão do todo, tornando-se incapazes de pensar por si mesmos.
Todo sistema é previsível: para um problema de química, apertar o botão Q36; para um fato histórico, aperta-se H43; para redação, o código 53, que, seguido do gênero, traz um texto pronto. Matemática já não é mais um problema, como foi para os nossos antepassados: o programa hackermats num só clique resolve qualquer desafio. Viajar? Bastam simuladores.
Acredito que, se acontecer dos nossos supergeradores entrarem em pane, nossa sociedade será destruída, pois quem conseguirá sobreviver sem os botões da vida ultramoderna?
Soube de uma antiga classe chamada professores, especialistas em fazer pessoas pensarem de forma autônoma, um grupo dos ofícios já extintos, desenvolvidos pelos grandes mestres, que envolvia processos complexos de dimensões técnicas, éticas e estéticas, entre outras. Tiveram grandes conflitos: às vezes eram considerados sacerdotes e salvadores e em outras, grandes vilões. Trabalhavam exaltados e ao mesmo tempo enxovalhados. Quando lhes tiraram a autonomia intelectual, não resistiram e pereceram.
Peço Vossa Excelência, que resgatemos esses profissionais para não morrermos num mar perigoso disfarçado de calmaria. Compreendemos agora, a duras penas, que uma sociedade se faz com uma juventude crítica e quem pode construí-la é um profissional insubstituível chamado professor.


Atenciosamente,
Sócrates de Paulo Freire.
Ministro da Educação.



Não sei, estava planejando postar esse texto aqui desde o mês passado, quando o encontrei no meio da minha bagunça super organizada das coisas do ano passado. Esse texto chega a ser especial para mim, sabe? Foi a partir dele que eu mudei a minha visão de professor e a importância dessa profissão pro mundo. Durante meus quatro longos anos de magistério muitas pessoas me paravam e perguntavam toda animadinhas para que eu estava estudando e, com um sorriso amarelo nos dentes, respondia educadamente que seria professora. Não era minha surpresa quando elas, com uma careta horripilante na face, viravam e soltavam aquela frase antiga – que já virou até parte fundamental da cartilha de clichês que não se devem ser dita – “Professora? Você tá doida?”. Pobres almas. Depois de ler esse texto eu comecei a pensar – sim eu penso u.u – se não fossem os professores o que seriam daquelas pessoas que tanto os odeiam? O que seria dos grandes cientistas, dos grandes matemáticos, dos grandes poetas, escritores, engenheiros, inventores, astrônomos, dentistas, médicos e o caralhoaquatro? NADA! Essa é a verdade! Se não existissem os professores ninguém seria capaz de nada. Enfim, me revolto com isso. Professor não é valorizado por ser professor. Mas se pararem para pensar, uma das profissões mais importantes que existem é a profissão professor. u.u





Segunda historinha, êêêê :D



Mês passado, se eu não me engano, eu estava sentadinha no sofá vendo bob esponja quando uma propaganda me chamou a atenção. Era a história de água, sabão e mão.

Era uma vez uma mão bem suja, ela se encontrou com a água e ficou contente. Mas só a água não era o suficiente. Tcharan! Apareceu um sabonete para resolver o problema. Lava a mão, lava a mão, com água e sabão, bactérias e micróbios não sobreviverão!
Vá! Ninguém aí sabia que dia 15 de outubro era o dia mundial de lavar as mãos u.u
Nem eu sabia, para falar a verdade, mas graças à propaganda da Nick, nós sabemos \o/ qq



sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Hoje eu tive uma surpresa!

Hoje eu estava atoa olhando o blog das crianças que eu ando acompanhando, e eu tive uma surpresa! Olha só, como esse bebêzinho era...


E olha só como ele cresceu!

Na foto é ele com a irmãzinha, não são lindos???
Cada dia que passa tenho certeza de que as crianças não deviam crescer :(
India também está cada dia mais linda e mais perfeita *-*
Sinto saudades da Kei, espero que o pai dela me aceite logo no Flickr... :(


_________________________
Sei que não ando postando direito (e quando posto, como hoje, é sobre fake) mas entendam, meus fantasmas leitores, eu não ando bem......

PS: Quero agradecer à Bebeinha que é a única que lê isso aqui... HAHAHA Obrigada por ser minha amiga em todas as horas, :3

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Acorrentados.

Pausa para pensar:

"Quem coleciona selos para o filho do amigo; quem acorda de madrugada e estremece no desgosto de si mesmo ao lembrar que há muitos anos feriu alguém que amava; quem chora no cinema ao ver o reencontro de pai e filho; quem segura sem temos uma lagartixa e lhe faz com os dedos uma carícia; quem se detém no caminho para ver melhor a flor silvestre; quem se ri das próprias rugas; quem se decide aplicar-se ao estudo de uma língua morta depois de um fracasso sentimental; quem procura na cidade os traços da cidade que passou; quem se deixa tocar pelo símbolo da porta fechada; quem costura roupa para os lázaros; quem envia boneca às filhas dos lázaros; quem diz a uma visita pouco familiar: Meu pai só gostava dessa cadeira; quem manda livros aos presidiários; quem se comove ao ver passar de cabeça branca aquele ou aquela, mestre ou mestra, que foi a fera do colégio; quem escolha na venda verdura fresca para o canário; quem se lembra todos os dias do amigo morto; quem jamais negligencia os ritos da amizade; quem guarda, se lhe derem de presente, um isqueiro que não mais funciona; quem, não tendo o hábito de beber, liga o telefone internacional no segundo uísque a fim de conversar com amigo ou amiga; quem coleciona pedras, garrafas, galhos ressequidos; quem passa mais de dez minutos a fazer mágica para as crianças; quem guarda as cartas do noivado com uma fita; quem sabe construir uma boa fogueira; quem entra em delicado transe diante dos velhos troncos, dos musgos e dos liquens; quem procura decifrar no desenho da madeira o hieróglifo da existência; quem não se acanha de achar o pôr-do-sol uma perfeição; quem se desata em sorriso à visão de uma cascata; quem leva a sério os transatlânticos que passam; quem visita sozinho os lugares onde já foi feliz ou infeliz; quem de repente liberta os pássaros do viveiro; quem sente pena da pessoa amada e não sabe explicar o motivo; quem julga adivinhar o pensamento do cavalo; todos eles são presidiários da ternura e andarão por toda parte acorrentados, atados aos pequenos amores da armadilha terrestre."

(O Anjo Bêbado, págs. 1O5 e 1O6;
Paulo Mendes Campos)


Não sei, apenas me deu vontade de postar esse texto aqui, sabe? Ele traz tantas coisas, lembranças talvez. Não são todas, que quase nenhuma, as pessoas que se encaixam nesse texto. Muitas podem dizer "sim" a algumas das perguntas, outras podem rir e pensar que nunca, em lugar algum, ninguém faria a metade, ou uma das coisas, que estão descritas acima. E isso não é culpa dessas pessoas. Os acorrentados à ternura e ao amor são pessoas que conseguem livrar-se das garras do comodismo indidualista, cujo ninguém mais é ensinado a pensar no próximo. Sim, pois esse comodismo é inserido culturalmente em nós desde que nascemos e poucas são as pessoas que percebem o quão ruim é isso. O quão estúpido é. Poucas pessoas sabem amar hoje em dia. Poucas pessoas sabem o verdadeiro significado da palavra amor e, principalmente, sabem distingui-la de sinônimos fajutos. Pena que são poucas pessoas, pena.